COREN ES

Para que a sua atividade profissional seja mesmo leal, os enfermeiros capixabas, bem como os técnicos de Enfermagem, precisam estar no Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo, o Coren. Essa organização tem as funções de orientar esses enfermeiros em relação à postura profissional, usando palestras, disponibilizando acesso à biblioteca, cursos e até orientação individual.

A importância que essa organização tem para a sociedade também e bem grande porque é ela quem retira a permissão para atender de muitos enfermeiros ou então técnicos que não estão capacitados ou que ocasionam qualquer tipo de mal aos pacientes.

Os indivíduos que têm queixas sobre algum tratamento desses indivíduos podem denunciar, ressalvando-se que algumas denúncias que são absolutamente sérias são as de enganos de medicação: é comum que ele tire permanentemente a possibilidade de eles trabalharem. Informações sobre remédios, bula e saúde: https://www.saudemedicina.com/c/remedios-e-bula/

coren es

 

Os profissionais dos hospitais particulares também precisam estar no Coren ES?

Os enfermeiros e os técnicos de Enfermagem que atuam nos hospitais particulares também são obrigados a estar no Conselho Regional capixaba. Afinal, a sua categoria profissional não é alterada apenas pelo local onde eles estão trabalhando e, posteriormente, eles podem ir para o atendimento público. Dessa maneira, não há qualquer dispensa: todos os que realizam cursos no segmento de Enfermagem precisarão desse registro. Site oficial do COREN ES: http://www.coren-es.org.br/

 

Instituições de ensino podem direcionar

Os estudantes do ramo da Enfermagem já podem ter todas as indicações sobre o Coren ES por meio da sua própria instituição de ensino. Sabendo que os seus alunos precisarão ser registrados para poder atuar profissionalmente, é certo que os professores e que os orientadores explicam como é que essas pessoas adquirem o seu cadastro.

Aqueles que estão já no seu último ano de estudo devem questionar os seus orientadores sobre documentações que o Conselho Regional de Enfermagem capixaba peça, sobre os prazos para que se aceite esse registro e sobre a carteirinha. Cada trabalhador da Enfermagem tem um número, exatamente como é o seu RG: nos casos em que essas pessoas necessitem provar que são mesmo enfermeiras, essa carteirinha será empregada.

 

Atualização profissional

O Conselho Regional de Enfermagem capixaba tem muita formação gratuita para dar aos enfermeiros: apesar de a sua biblioteca digital até poder ser vista por indivíduos que não são integrantes, as suas palestras e outros meios de formação destinam-se aos que já têm as suas carteirinhas ou àqueles que estão registrados e as aguardam.

 

O Coren Espírito Santo é pago?

Uma anuidade é requerida dos profissionais capixaba devido aos seus cursos, à sua carteirinha e a todas as outras coisas às quais os profissionais poderão recorrer. O Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo também divide essas anuidades e, considerando em qual mês que esse profissional paga, existem até mesmo porcentagens de desconto. Tanto registros quanto boletos e também recursos de profissionalização estão em http://www.coren-es.org.br/.

 

Contato e ouvidoria

Estando aberto entre as 8h e às 16h30, o Conselho Regional de Enfermagem capixaba está na Rua Alberto de Oliveira Santos, no número 42, no Centro. O telefone desse conselho capixaba é o (27) 3222 2930. Ouvidoria COFEN: http://ouvidoria.cofen.gov.br/coren-es/

 

Entenda sobre o COREN e COFEN

Mercado de Trabalho e vagas na área de saúde

Hoje vamos postar um vídeo sobre o mercado de trabalho na área de enfermagem, além de apresentar alguns sites onde vocês podem pesquisar vagas de empregos.

Com a crise no país, vemos diversos estados cortando verbas na área de saúde, profissionais com salários em atraso e muitas pessoas acabam desanimando.

Temos que ter fé que a crise irá passar e voltaremos aos bons tempos.

 

Sintomas de Diabetes Tipo 2

Descubra os sintomas da Diabetes Tipo 2

Diabetes é uma doença sem cura, mas que pode ser tratada e controlada para promover uma melhor qualidade de vida aos que sofrem da doença. Ela se caracteriza pela deficiência de insulina, quer seja na produção da substância ou quer seja utilização por parte do organismo.

A insulina é produzida pelas células betas do pâncreas do corpo humano, e sua principal função é fazer com que a glicose presente no sangue seja transportada para a célula, local onde será transformada em energia.

Quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente, ou ela não consegue realizar sua função de modo correto, o sangue fica com uma concentração muito alta de glicose, algo conhecido como hiperglicemia.

 

O que é o tipo 2 dessa doença?

Existem várias causas que podem desencadear uma deficiência de insulina, como fatores genéticos, má alimentação, hábitos não saudáveis. Por conta dessa diversidade, a diabetes pode ser classificada, em Tipos 1 e 2. Veja que os agentes causadores variam, assim como a  agressividade e os sintomas da doença.

O tipo 1 é relacionado a problemas na produção de insulina, quando as células betas do pâncreas param de produzir a quantidade mínima necessária.

Já a diabetes do tipo 2 está relacionada a à resistência que o corpo cria em relação à insulina. O organismo  impede  o hormônio de realizar sua função, fazendo com que a pessoa atinja o estado de hiperglicemia.

Sintomas de Diabetes Tipo 2

 

Quais os sintomas do Tipo 2?

Este apresenta alguns sintomas específicos, que podem ser sinal de alerta. Nesse tipo, o corpo vai criando uma resistência ao hormônio e o pâncreas vai produzindo uma quantidade maior para suprir suas necessidades. Logo, os primeiros sintomas podem demorar anos para aparecer. Veja alguns deles:

  • facilidade para infecções: pessoas com diabetes do Tipo 2 têm infecções frequentes, em geral associados à bexiga, à pele e aos rins;
  • cicatrização demorada: pessoas com a doença têm maior dificuldade para curar machucados;
  • problemas de visão: visão embaçada pode ser um sinal de uma alta concentração de glicose no sangue;
  • sensação de formigamentos: é comum em quem sofre do diabetes do Tipo 2 sentir formigamentos nas extremidades do corpo, principalmente nos pés;
  • vontade de ir ao banheiro: urinar acima do normal, pode representar uma anomalia n produção de insulina;
  • fome e sede: diabéticos sentem fome e sede de maneira excessiva.
  • Sintomas de Diabetes Tipo 2
  • Diabetes Tipo 2
  • Diabetes Mellitus Tipo 2 e Tipo 1

 

Fatores de risco

Alguns fatores deixam as pessoas mais propícias a desenvolverem a diabetes. Nestes casos, elas devem ficar mais atentas ainda aos sinais do corpo:

  • pessoas acima de 45 anos: após essa idade, é mais provável que se desenvolvam doenças, e a diabetes é uma delas;
  • excesso de peso: o Tipo 2 está muito ligado aos hábitos de alimentação da pessoa. Geralmente, os obesos e os que têm sobrepeso tendem a comer alimentos gordurosos e doces;
  • genética: é um fator muito importante, quem possui histórico familiar relacionado à diabetes parentes deve redobrar os cuidados;
  • sedentarismo e outros hábitos não saudáveis: sedentarismo, tabagismo e outros hábitos podem ser fatores decisivos para desencadear a doença;
  • alto índice de triglicerídeos: pessoas com níveis elevados de triglicerídeos apresentam predisposição ao desenvolvimento de anomalias na insulina;
  • hipertensão;
  • consumo de bebidas alcoólicas: pode ocasionar problemas ligados à insulina, entre outros.

O diagnóstico, assim como o tratamento, deve ser realizado somente com a ajuda de um médico. Ele é quem irá ajudar a monitorar a doença e garantir as melhores estratégias para que o paciente tenha melhor qualidade de vida.